Acelen Renováveis selecionou a Afry para a construção de sua nova unidade de produção de biocombustíveis


A usina se localizará na cidade de São Francisco do Conde, na Bahia, e tem previsão de produzir 1 bilhão de litros de biocombustíveis por ano, com foco específico em diesel verde (HVO, hydrogenated vegetable Oil) e combustível sustentável de aviação (SAF). Ao fornecer estas alternativas de combustíveis renováveis, a planta ajudará a apoiar a descarbonização dos setores de transporte e aviação.

“A AFRY se une à iniciativa trazendo expertise adicional e reforçando a robustez do projeto. Agora estamos entrando em uma nova fase de execução em grande escala industrial”, afirma Luiz de Mendonça, CEO da Acelen Renováveis.

O escopo de trabalho da AFRY inclui serviços de Engenharia do Proprietário e Gestão de Construção e Montagem bem como assegurando a entrega pontual de todos os pacotes de fornecimento essenciais para a implantação do empreendimento. Essas novas atividades complementam os trabalhos iniciais da AFRY no projeto, nos quais a empresa prestou serviços de projeto conceitual, engenharia básica, estimativa de investimento (CapEx) e apoio ao licenciamento ambiental.

“Estamos felizes em continuar apoiando a Acelen Renováveis neste projeto, que abre caminho para uma trajetória de descarbonização e está alinhado à nossa missão de viabilizar transições rumo a uma sociedade sustentável. Esperamos aplicar nossa expertise multidisciplinar para ajudar a concretizar a visão da Acelen Renováveis”, diz Guy Skantze, Diretor do Segmento de Produtos Químicos e Biorrefino da AFRY.

A produção na nova instalação começará com óleos vegetais convencionais, e na sequência passando a utilizar o óleo de macaúba, planta nativa do Brasil, como principal matéria-prima. Isso garante um suprimento de matérias-primas sustentável, local e eficiente. 

O projeto faz parte da estratégia de transição da Acelen Renováveis para combustíveis renováveis, e a empresa anunciou investimentos vultosos para os próximos 10 anos. Estima-se, também, que o projeto gere até 3.600 postos de trabalho diretos e indiretos no pico da fase de construção e 220 empregos durante a operação da planta, apoiando a economia local. O início da produção está previsto para 2029.

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