Coritiba usará energia renovável em 2024 com a intenção de causar menos danos para o meio ambiente


Para minimizar o impacto de gases nocivos na atmosfera com a emissão de dióxido de carbono (CO2), o Coritiba iniciou um importante processo na estruturação do clube para passar a utilizar energia renovável tanto no estádio Couto Pereira, como no Centro de Treinamento. As etapas para que essa transição energética seja tirada do papel contam com o suporte da Thymos Energia, uma das maiores consultorias de negócios do país especializada no setor energético. 

Atualmente, o clube consome por ano de energia elétrica cerca de 1.000 MWh. Isso significa que com a adoção de fontes renováveis, o Coxa evitará a emissão de aproximadamente 50 toneladas de dióxido de carbono anualmente. O apelido Coxa-Branca (atualmente, apenas Coxa) teve origem na discriminação que os descendentes de alemães sofriam na primeira metade do século passado.

Conforme cálculos da Thymos com base nos dados do Balanço Energético Anual da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), isso corresponde a 300 árvores plantadas ou 50 carros movidos à gasolina a menos nas ruas. 

A opção por energia renovável faz parte da nova política de gestão do Coritiba que, em junho deste ano, concluiu a venda de 90% da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) para a Treecorp. O Coritiba integra o Pacto Global da ONU, programa da empresa que apoia instituições que prezam por ações mais sustentáveis. Além disso, o alviverde possui o Selo Aterro Zero, concedido a instituições e empresas que eliminam o uso de aterros sanitários durante o processo de gestão de seus resíduos.

“As empresas ao redor do mundo atualmente estão engajadas em adotar medidas que minimizem os impactos causados no meio ambiente. Vejo como fundamental um clube com a estrutura do Coritiba estar alinhado a esse comportamento, ser exemplo e estimular outros a olhar o tema com maior responsabilidade”, afirmou André Campestrini, CFO do Coritiba.

A consultoria prestada pela Thymos Energia apoia o Coxa no processo de migração e adesão ao mercado livre de energia, além de analisar estratégias específicas para a economia no gasto com energia. A Thymos também fará a gestão do consumo de energia do clube nos próximos anos.

“A ida ao mercado livre de energia é o caminho natural e que possibilitará a maior economia ao Coritiba, levando a redução de custos com o insumo. Além disso, a opção por energia renovável está em linha com a sustentabilidade, o uso dessas fontes tem sido uma das vias mais adotadas por empresas em todo o mundo para reduzir emissões”, observou Nilton Lima, head de Gestão de Energia da Thymos. 

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