As tecnologias de CCUS destacam-se como estratégia para reduzir emissões e remover CO₂, essenciais para setores com metas climáticas ambiciosas e para emissões negativas via bioenergia. Após mapeamento preliminar em 2023, a EPE aprofundou, entre 2024 e 2025, métodos e análises do potencial de armazenamento geológico no Brasil e lançou o caderno e sumário executivo “Captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) no Brasil: Contribuições para a seleção de áreas de interesse – Ciclo 2025”

O caderno reúne avanços metodológicos, novas bases de avaliação e subsídios ao MME, orientando políticas públicas; identifica oportunidades, desafios e vantagens regionais para a cadeia de carbono.

O estudo chega em um momento em que CCS, CCUS, BECCS, CCU e DACCS ganham espaço no debate global e começam a avançar no Brasil. O trabalho da EPE avança na identificação de áreas com maior potencial para projetos e, em especial, no reconhecimento das porções prioritárias para o desenvolvimento de hubs de carbono e integra evidências geológicas, econômicas e logísticas.
O caderno traz oportunidades e desafios relevantes, especialmente em termos de dados e infraestrutura, que deverão compor o portfólio de ações estruturantes desse novo mercado.
O lançamento reuniu Diana Khandilyan (S&P Global), Heloisa Borges, Cassiane Nunes (Repsol Sinopec Brasil), Marcos Meyer Machado (ArcelorMittal), Carlos de Mathias Martins Junior (AirCarbon Exchange) e Isabela Morbach (CCS Brasil).

