A Enel Distribuição São Paulo realizou cerimônia de encerramento do projeto de Eficiência Energética desenvolvido na sede do Ministério Público de São Paulo (MP SP), por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da distribuidora, regulado pela Aneel. A iniciativa recebeu investimento de R$ 3,45 milhões e modernizou a infraestrutura elétrica do órgão.
“E que muitas parcerias venham pela frente”, afirmou o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, comemorando o fato de a instituição economizar quase R$ 1 milhão em seus gastos com energia elétrica, bem como reduzir o impacto ambiental do funcionamento do edifício da Rua Riachuelo. “Acho isso muito importante”.
O projeto contemplou a substituição de cerca de 6,4 mil lâmpadas ineficientes por modelos de LED, mais eficientes e econômicos, e a troca de um chiller (equipamento responsável pelo resfriamento da água, que alimenta o sistema de ar-condicionado) por uma versão mais moderna. As medidas vão reduzir o consumo de energia e os custos operacionais do MPSP.
“A eficiência energética é cada vez mais importante em um cenário de desafios econômicos e ambientais. Por isso, temos o compromisso de investir em projetos que modernizem a infraestrutura e promovam o uso consciente da energia. Iniciativas como esta no MPSP mostram como é possível reduzir custos e, ao mesmo tempo, contribuir para a sustentabilidade”, afirma Maurício Gusmão, especialista de Sustentabilidade e Eficiência Energética da Enel São Paulo.
A cerimônia de entrega do projeto foi realizada na sede do Ministério Público de São Paulo e contou com a presença do procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa; do presidente da Enel Distribuição São Paulo, Guilherme Lencastre; do diretor-geral do MPSP, Dênis Marsola; do promotor de Justiça Ricardo Leonel; do ouvidor do MPSP, Tiago Zarif; e do promotor Márcio Escudeiro, assessor da Diretoria-Geral, entre outros presentes. Com as melhorias implementadas, a previsão é de uma economia de cerca de 990 MWh/ano, equivalente ao consumo médio de cerca de 485 residências por ano. O ganho financeiro estimado é de R$ 775 mil anuais.

