A Foresea garantiu um contrato de longo prazo com a Petrobras para operar a plataforma de perfuração em águas ultra profundas ODN I na costa do Brasil, adicionando aproximadamente US$ 465 milhões à carteira de pedidos da empresa. A Foresea fechou com a Petrobras a extensão dos contratos dos navios sonda ODN II e Norbe IX.
O contrato da ODN II, que opera no campo de Morpho, no Amapá, foi prorrogado até março de 2026, com opção de extensão até junho do mesmo ano. Já o contrato da Norbe IX, que está em operação na Bacia de Santos, foi estendido até o final de novembro deste ano.
A extensão dos contratos adiciona aproximadamente US$ 110 milhões ao backlog da Foresea, atualmente em US$ 1,6 bilhão.

“Com a frota totalmente contratada e operacional, a Foresea reafirma seu compromisso com a excelência em padrões rigorosos operacionais e de segurança, ao mesmo tempo em que mantém foco na maximização de valor para todos os stakeholders”, diz o CEO da empresa, Rogério Ibrahim.
O contrato, concedido após um processo licitatório competitivo, abrange uma campanha de 1.443 dias para apoiar as atividades de desenvolvimento no campo de Mero, parte da prolífica bacia Pré-Sal brasileira. As operações devem começar no início de 2027, após a conclusão do contrato atual da plataforma e dos trabalhos preparatórios.
O acordo inclui uma opção de rescisão antecipada após 1.078 dias, bem como uma prorrogação sem custo adicional de até 382 dias, proporcionando maior flexibilidade para ambas as partes.
O ODN I faz parte da frota de navios-sonda de águas ultra profundas da Foresea, projetados para operações offshore complexas, onde o alto tempo de atividade e a eficiência operacional são cruciais.
O contrato também reflete o foco contínuo da Petrobras em garantir capacidade de perfuração de longa duração para apoiar campanhas de perfuração no Pré-Sal, uma das regiões de águas profundas mais ativas do mundo.

