Internet Morta é preocupação real


O diretor-executivo da OpenAI, Sam Altman, admitiu que a chamada “teoria da internet morta” pode ter um fundo de verdade. A teoria, que é vista por alguns apenas como conspiração, sustenta que boa parte do conteúdo online, incluindo perfis aparentemente humanos, na realidade seria gerada de forma automática por sistemas de computadores.

Altman, que até então não levava o assunto a sério, publicou em sua conta no X uma reflexão sobre a presença cada vez maior de contas automatizadas na rede. “Nunca levei a teoria da internet morta tão a sério, mas parece que realmente existem muitas contas no Twitter operadas por LLMs agora”, escreveu, em referência aos modelos de linguagem que alimentam serviços como o ChatGPT.

LLM é um modelo de linguagem computacional que utiliza a rede neural artificial para trabalhar com parâmetros na análise de informações da linguagem humana, gerando imagens, textos, áudios e vídeos. 

A teoria da internet morta afirma que a internet morreu por volta de 2016, ou seja, teria sido tomada por bots e conteúdo sintético. O aumento de perfis falsos, da manipulação de dados e da proliferação de textos, imagens e vídeos gerados por inteligência artificial contribuem para a desconfiança.

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