Mobilidade Sustentável: PTI apresenta parceria com a Unioeste


Desenvolvido por meio do Centro de Tecnologias de Hidrogênio do Parque Tecnológico Itaipu, o projeto consiste no desenvolvimento de um veículo elétrico alimentado diretamente por Hidrogênio Verde, que é atualmente produzido em escala piloto pelo Centro de Tecnologias de Hidrogênio do Parque. Uma solução em desenvolvimento no ecossistema do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), de Foz do Iguaçu, em parceria com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), é o uso do Hidrogênio Verde em células a combustível como propulsor veicular sustentável, garantindo mobilidade com emissão nula de carbono na atmosfera.

Para o Diretor Superintendente do PTI, um dos idealizadores do projeto, Professor Irineu Colombo, o ambiente do PTI é um lugar de observação diária do conceito da hélice tríplice na prática. “A interação das esferas institucionais presentes promove a transformação da sociedade por meio da inovação, do empreendedorismo, com formação de capital intelectual, esse projeto é um exemplo claro disso”, explicou.

Além disso, o Grupo Cataratas de Eficiência Energética (GCEE), formado por alunos da Unioeste, trabalha no projeto para competir com o veículo em desenvolvimento na categoria da competição Urban Concept de eficiência energética da Shell Eco-marathon.

Com a meta de reduzir as emissões de gases do efeito estufa até 2030, compromisso brasileiro junto à Organização das Nações Unidas, o setor de transporte é peça-chave para a estratégia nacional de descarbonização. Segundo o Sistema de Estimativas de Emissões de Gases do Efeito Estufa (SEEG), o setor de transportes ocupa o terceiro lugar no ranking, sendo responsável pela emissão de mais de 200 milhões de toneladas de CO2 no ano de 2022.

Em fevereiro deste ano, no Show Rural, ocorrido em Cascavel, o veículo à hidrogênio foi apresentado ao público juntamente com o arranjo técnico em desenvolvimento, que utiliza célula a combustível alimentada com hidrogênio verde produzido no PTI e motor elétrico. O líder do grupo GCEE, professor Dr. Antonio Marcos Massao Hachisuca, conhecido como Shiro, explicou que o protótipo apresentado foi construído em poucos meses apenas pelos estudantes.

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