Novo Plano Indicativo de Processamento e Escoamento de Gás Natural – PIPE


A Empresa de Pesquisa Energética – EPE realizou evento de lançamento da terceira edição do Plano Indicativo de Processamento e Escoamento de Gás Natural – PIPE que compõe o conjunto de planos indicativos que a Diretoria de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (DPG) publica periodicamente como parte dos estudos de planejamento energético realizados pela EPE no setor de gás natural. 

O evento contou com a presença do Presidente da EPE, Thiago Prado, o Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Pietro Adamo Sampaio Mendes, a Diretora de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (DPG) da EPE Heloisa Borges e do analista de pesquisa energética, Henrique Rangel, e diversos representantes de empresas do mercado de óleo e gás. O evento será composto por apresentação dos trabalhos realizados pela DPG em 2023, apresentação do PIPE 2023 e Mesa de Debate: O futuro da indústria de gás natural brasileira.

A Diretora da ANP, Symone Araújo, foi uma das integrantes da Mesa de Debate e destacou a importância do gás natural no processo de transição energética para o baixo carbono. “Eu sou bem enfática. Entre os combustíveis fósseis, o gás é o combustível da transição energética. O gás vai fazer essa ponte.”

Na presente edição, o Plano Indicativo de Processamento e Escoamento de Gás Natural – PIPE 2023 apresenta novos projetos de gasodutos de escoamento e unidades de processamento de gás natural (UPGNs) que podem vir a ser implementados nos próximos anos no país, de forma indicativa. O plano, que segue os objetivos do Programa Gás para Empregar, visa contribuir para o aumento da oferta de gás natural da União no mercado doméstico e para melhorar o aproveitamento e o retorno social e econômico da produção nacional de gás natura. A edição 2023 do plano estudou 8 projetos indicativos de gasodutos de escoamento (cerca de 1.500 km de extensão) dos quais 6 destes se encontram conectados a UPGNs (cerca de 80 milhões de m3/dia) enquanto 2 consideram processamento offshore do gás, diretamente nas plataformas de produção. Dentre os 8 projetos analisados, 5 são baseados em volumes de gás natural provenientes do Pré-sal, 3 baseados em volumes de gás natural provenientes do Pós-Sal e 1 projeto onshore. Os investimentos referentes aos projetos estudados totalizam aproximadamente R$ 25 bilhões.

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