A Petrobras assinou oito novos Contratos de Compartilhamento de Produção de águas profundas ao longo da Costa do Marfim
A área está predominantemente nas águas ocidentais pouco exploradas do país. Os blocos são CI-513, CI-600, CI-601, CI-602, CI-603, CI-605, CI-701 e CI-702. A entrada da companhia nacional brasileira de petróleo, uma das maiores exploradoras de águas profundas do mundo, é um grande destaque para a nação produtora madura.

O governo da Costa do Marfim afirmou que a entrada significaria que 75% de suas áreas disponíveis agora estão licenciadas e, por meio de seu Conselho de Ministros, aprovou a declaração de interesse da Petrobras em nove blocos. Esta é a primeira etapa no processo de aquisição de áreas exploratórias na Costa do Marfim, sendo seguida pela etapa de negociação dos contratos dos blocos exploratórios. A declaração tem como propósito garantir exclusividade na negociação dos contratos.

“A localização geográfica da Costa do Marfim, na porção atlântica africana, é de grande interesse para a Petrobras. Temos muita experiência nessa região, do lado de cá do Atlântico, onde estão as bacias de Campos e de Santos, e acredito que podemos alcançar importantes resultados também do outro lado do oceano. Estamos focados na reposição das reservas de petróleo e na recomposição de nosso portfólio exploratório e vemos a Costa do Marfim como uma região de grande potencial”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.
A Petrobras destaca que a decisão de enviar a declaração de interesse ao governo da Costa do Marfim observou todos os trâmites internos de governança da companhia, em linha com sua estratégia de longo prazo, que visa à recomposição das reservas de óleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras, tanto no Brasil quanto no exterior. A avaliação de novas áreas tem como objetivo diversificar o portfólio exploratório da companhia com geração de valor.
A companhia tem presença na Namíbia, São Tomé e Príncipe e África do Sul.

