PPSA completa 10 anos com mais de R$ 13 bilhões arrecadados para a União


A Pré-Sal Petróleo (PPSA) completou dez anos de atividades atingindo a marca de mais de R$ 13 bilhões arrecadados para a União. A estatal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), foi criada em 2013 para gerir os contratos do regime de partilha de produção do Polígono do Pré-sal e comercializar a parcela de petróleo e gás natural de direito da União nestes contratos. Nesses dez anos, o regime de partilha cresceu e gerou desenvolvimento para o país, passando de 1 para 23 contratos, com 15 empresas atuando neste regime, em parcerias de sucesso. Dos 23 contratos, oito estão em produção. Os contratos de partilha já geraram também cerca de R$ 160 bilhões em participações governamentais e tributos.

Hoje os contratos de partilha respondem por 27% da produção nacional. São 982 mil barris por dia. A estimativa da PPSA é que, até o final da década, a produção neste regime supere mais de 2 milhões de barris por dia. Com o volume produzido até o momento, mais de 34 milhões de barris de petróleo e de 200 milhões de metros cúbicos de gás natural de direito da União já foram comercializados pela empresa.

 “A PPSA é uma estatal consolidada e tem entregado resultados concretos para a União, contribuindo para o desenvolvimento para o Brasil. Estes resultados são apenas o começo e vamos entregar muito mais. Até o final da vida útil, só os nove contratos com declaração de comercialidade representam para a sociedade R$ 2 trilhões entre participações governamentais, comercialização de óleo e gás e tributos, além de 700 bilhões em investimentos. Tudo isso significa emprego, renda e recursos para educação e saúde. Estamos recebendo todo o apoio do Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, para desempenharmos nosso papel e nos prepararmos para o próximo salto, com o crescimento da produção dos contratos e o cumprimento de novas ações que estão sendo desenhadas pelo Ministério de Minas e Energia”, disse Tabita Loureiro, Diretora Técnica e Presidente interina da PPSA.

Nestes dez anos, a empresa também aprovou dez acordos de individualização da produção, garantindo à União maior participação no Pré-sal.

Para celebrar o aniversário da empresa, o MME e a PPSA vão inaugurar a exposição temporária “O Pré-Sal e a Sociedade – 10 anos do regime de partilha de produção”, no Museu de Ciências da Terra (Micter), que faz parte do SGB, na Urca (RJ) . A mostra é uma parceria entre a PPSA, o Micter, o SGB e o MME.

Trata-se de uma exposição temporária, que ficará aberta à visitação entre os dias 22 de novembro de 2023 e 31 de janeiro de 2024, com entrada gratuita. A expectativa é de que mais de dez mil pessoas visitem a mostra, que conta a história de como o petróleo é explorado no Pré-sal, a mais de 7 mil metros de profundidade, e como gera riqueza, emprego, renda, saúde e educação para a sociedade brasileira.  Entre os materiais expostos, estarão amostras de rochas e testemunhos e do óleo extraído em diferentes campos do Pré-sal e maquetes de equipamentos usados pela indústria para a exploração e produção do óleo. Serão apresentados também a evolução dos contratos de partilha nesses dez anos e a atuação da PPSA, mostrando como a empresa gera valor para a sociedade.

Os materiais apresentados na mostra foram cedidos pela empresas Bureau Veritas, ExxonMobil, Galp, Laboratório de Geologia Sedimentar – UFRJ, Modec, Petrobras, Shell Brasil, SLB, TechnipFMC e Vallourec.

No dia 22 de novembro, a PPSA realiza o Fórum Técnico Pré-Sal Petróleo – 10 anos de história.  O evento será aberto pelo Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Pietro Mendes, e contará com a participação de diversas autoridades e executivos do setor de óleo e gás para debater em três painéis: “Caminhos para desenvolver o mercado de gás natural no Brasil e o papel da PPSA”; “A atratividade do Pré-sal” e “Iniciativas de descarbonização do pré-sal”.

Durante o Fórum, a empresa lançará seu estudo anual com detalhamento das estimativas de produção e arrecadação dos contratos de partilha para os próximos dez anos. “Vamos mostrar o crescimento esperado para os contratos, que se transformarão em benefícios para toda a sociedade. Os bons resultados mostram que a exploração no Polígono do Pré-sal precisa ser fomentada e continuar. Hoje ainda restam 65% da área sem contrato. O Potencializa E&P, programa do Ministério de Minas e Energia, está estudando formas para tornar os contratos de partilha cada vez mais atrativos e adequá-los a essa nova realidade de maior risco exploratório, explorando as oportunidades tanto do Pré-sal, quanto do Pós-Sal. Queremos mais contratos. Eles são importantes para garantir recursos para a sociedade e são fundamentais para a soberania energética e autossuficiência do Brasil.”, concluiu Tabita.

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