Temporada 2026 da Fórmula 1 destaca tendência de eficiência energética que também transforma gestão de frotas, segundo especialista

@Freepik

O início da temporada 2026 da Fórmula 1, que aconteceu em Melbourne, na Austrália, reacendeu o debate sobre inovação, eficiência energética e novas tecnologias aplicadas à mobilidade. Reconhecida como um dos principais laboratórios de desenvolvimento automotivo do mundo, a categoria volta a destacar avanços em motores híbridos, sistemas de recuperação de energia e telemetria em tempo real, soluções que, cada vez mais, ultrapassam as pistas e chegam ao mercado corporativo.

Para Cristian Bazaga, CEO da Excel, empresa líder em gerenciamento de combustível e gestão de frotas, a evolução tecnológica da categoria ajuda a antecipar tendências que impactam diretamente empresas que dependem de eficiência energética em suas operações. “A Fórmula 1 sempre foi sinônimo de velocidade, mas hoje também representa um dos maiores laboratórios globais de eficiência energética e inovação automotiva. Quando vemos avanços em recuperação e armazenamento de energia, eficiência térmica integrada e telemetria em tempo real, estamos olhando para tecnologias que inspiram soluções aplicadas no dia a dia das frotas corporativas”, afirma.

Segundo o executivo, a nova geração de motores híbridos, com sistemas elétricos cada vez mais sofisticados, reforça uma tendência global de otimização do uso de energia e redução de desperdícios, princípios que também orientam o desenvolvimento de soluções para gestão de combustível e logística. “Assim como nas pistas, empresas que operam frotas precisam tomar decisões baseadas em dados e desempenho. Estratégias de consumo sob pressão, monitoramento constante e uso inteligente da energia são fatores que impactam diretamente custos operacionais, sustentabilidade e competitividade”, explica.
 Para Bazaga, uma das principais lições que a Fórmula 1 traz para o mercado é que eficiência energética e performance não são objetivos opostos, mas complementares. “Quando tecnologia e desempenho caminham juntos, surgem ganhos reais de produtividade, redução de custos e sustentabilidade. É exatamente esse movimento que vemos hoje tanto no automobilismo quanto no setor de transporte e logística”, conclui.

Últimas Notícias

Mundo chega a 5 milhões de robôs nas fábricas, mas produtividade exige mais que automação

A Solversys comenta dados divulgados pela Federação Internacional de Robótica (IFR): o mundo chegou a 5 milhões de robôs industriais em operação em 2025,...

ANYbotics transforma portas em parte da infraestrutura autônoma de inspeção

A inspeção robótica industrial esbarra em um problema aparentemente simples, mas tecnicamente importante: uma porta com controle de acesso pode interromper uma missão autônoma....

Toyota renova e amplia aposta em ônibus a célula combustível

A Toyota lançou a nova geração do Sora, ônibus urbano movido a célula a combustível (FC), desenvolvido em conjunto com a Isuzu como parte...