Os eventos climáticos extremos registrados em diferentes regiões do Brasil provocaram mortes, interrupções no fornecimento de energia, paralisação de transportes e prejuízos à população. No Rio de Janeiro, rajadas de até 105 km/h deixaram quase 1,9 milhão de imóveis sem energia elétrica, afetaram aeroportos, interromperam temporariamente a operação do metrô e causaram diversos danos à infraestrutura. Em São Paulo, ventos de até 125 km/h derrubaram árvores, interromperam serviços, provocaram falta de energia e também deixaram vítimas fatais.
Além do Sudeste, estados da Região Sul registraram temporais e fortes rajadas de vento associados à passagem de uma frente fria. A previsão meteorológica indica a continuidade da instabilidade e a possibilidade de novos ventos intensos em parte dessas regiões nos próximos dias.
O cenário teve reflexo imediato na procura por soluções para garantir o fornecimento de energia. A Tecnogera, companhia brasileira especializada no fornecimento de soluções de energia temporária, registrou um aumento de 190% no volume de contatos em relação a um dia comum. Segundo a companhia, o aumento da demanda tem sido impulsionado principalmente por condomínios residenciais e pequenos comércios, que passaram a buscar alternativas para manter equipamentos essenciais em funcionamento durante interrupções prolongadas no fornecimento de energia.

“O aumento da frequência de eventos climáticos extremos tem ampliado a preocupação de empresas e da população com a continuidade do fornecimento de energia. Mais do que buscar soluções apenas quando ocorrem os apagões, é fundamental investir em planejamento e planos de contingência capazes de garantir o funcionamento das operações. Temos observado que condomínios, pequenos negócios e organizações estão cada vez mais incorporando essa cultura preventiva para reduzir os impactos operacionais e financeiros provocados por interrupções no fornecimento de energia”, afirma Jorge Moreno é Diretor de Novos Negócios da Tecnogera.

